29/11/2016 15h44 - Atualizado em 30/11/2016 15h44

Síndrome da carência afetiva...

Victor Currales

Imagens: Victor Currales

Nunca gostei de escrever, trabalhar ou associar meu apoio a atos ou projetos político/social que levasse alguém ao constrangimento calcados em mentiras ou calúnias.

Faço esta observação diante da enxurrada de ofensas, provocações e calúnias de um pequeno grupo de pessoas desprovidos de sentimentos afetivos que ainda não entenderam que tudo tem começo meio e fim.

Passados cerca de sessenta dias das eleições municipais e o que temos visto em Rio Verde de Mato Grosso-MS, é que de um lado o da vitória, o atual prefeito e agora reeleito continua a trabalhar pelo bem estar da população buscando recursos e investimentos em áreas essênciais como a saúde com mais duas ambulâncias e três academias ao ar livre que serão instaladas na cidade, além de uma ponte de concreto recentemente anunciada num evento na governadoria, e tudo isso após as eleições.

Porém do outro lado capitaneado por um “Guerreiro”, uma desafinada orquestra entoa ópera de uma nota só, todos os dias, semanas nas redes sociais atacando, desacatando e até espalhando falsas notícias de uma maneira que beira a insanidade coletiva.

Se esquecem os carentes afetivos que tudo tem limite e que dentre a maioria que preferiram a reeleição do atual prefeito, existem pessoas dos mais variados perfis, crenças e matizes que já não suportam mais ver o triste teatro que se arma a cada fato novo na cidade.

A sociedade com certeza irá se manifestar contra esses ataques gratuitos contra a figura pessoal e institucional do representante oficial do município outorgado pelo povo que se lhe imputam as mais condenáveis frases e crimes que supostamente tenha praticado, esquecendo-se os anunciadores do apocalipse que a justiça por estar vendada significa que é imparcial e não cega.

O falso testemunho é crime previsto no Art. 342 do CP, além do mais, contratação de menores como cabo eleitoral, ultrapassar limites permitidos em lei nos gastos de campanha e  armar situações utilizando-se do grau de parentesco entre si, além de crime causam danos a administração da justiça, o bom senso deveria levar também alguns blogs especializados em "notícias falsas", que tem gastado tempo e energia provocando raiva e descontentamento ao teclarem ofensas e falsas notícias sem comprovação da fonte endereçadas ao atual prefeito nas redes sociais a uma nova postura, por enquanto a fala é totalmente enganosa e induzida.

Na tentativa de desestabilizar o sistema político, social e jurídico do município, colocam-se no revés da história e do tempo pois todos esperamos muito mais dos novos e jovens agentes políticos do que “notícias imaginárias”, crendo que a sociedade tomará como verdade algo completamente falso, criado pela mente doentia de alguns que formam uma pequena massa de manobra e estão pagando um mico inacreditável.

Fica então o questionamento, o que leva um ser humano a utilizar o seu tempo de trabalho ou de ociosidade descer ao lamaçal da calúnia e da difamação?

Apenas isso, já mereceria um profundo estudo psicológico ou uma boa explicação nos tribunais. Porém lamentavelmente estão querendo dividir a cidade pelo ódio, uma pena que a história da vida pública de um homem que sempre disse ter lutado pelo melhor a sua cidade tem agora nos últimos tempos visto sua biografia sendo jogada numa vala comum.

Após duas derrotas eleitorais consecutivas em que se transformou em refém da ganância de terceiros e do próprio grupo nem de longe lembra o “Guerreiro” como se intitulou no passado por suas conquistas eleitorais.

Tal como acontece frequentemente nestes tempos de internet, essas “piadas” se espalham como “notícia” de maneira impressionante por todas as redes sociais, gerando comentários tão desagradáveis e absurdos que temos a impressão que todo mundo que não pertence ao grupo oposicionista se transformou em bandido de uma hora para outra.

Pessoalmente por tudo que tenho lido e visto, que vão desde covardes agressões publicadas nas redes sociais, depoimentos, gravações e conversas em grupos de relacionamentos, questionamentos indiretos a pessoas e profissionais que simpatizam ou prestam serviços ao outro grupo político é assustador.

Mas com o ensinamento de Voltaire podemos afirmar que “Não estou de acordo com o que você diz, mas lutarei até o fim para que você tenha o direito de dizê-lo. Não adianta tentar intimidar alguém impondo algo, mostrando seu desprezo ou indignação com ironias ou grosserias, que isso não atribui credibilidade a ninguém.

Uma reflexão sobre o assunto poderá aumentar consideravelmente as chances de sucesso.

 

Lembrando a todos que esta é só minha humilde opinião... 


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