Toffoli, “o homem que sabia javanês”

Presidente do STF tem sido comparado, de forma jocosa, com Castelo, malandro personagem de Lima Barreto que só por propagar que sabia javanês ganhou vida confortável e respeito até o dia em que teve de provar e não provou


Uma coisa é certa e não pode ser mudada, por mais que queiramos: Toffoli conseguiu poder e notoriedade muito acima das expectativas levantadas por sua biografia. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O presidente do STF, Dias Toffoli, é gozado em todo País, inclusive por colegas da Corte, como “o homem que sabia javanês”, protagonista de conto de Lima Barreto, por causa do texto totalmente ilegível de seu voto na julgamento de sonegadores da Receita, que misturou e não justificou, com o Coaf/UIP. Mas até tortura a que submeteu vernáculo está sendo usada de forma malandra por ele com objetivo de empurrar o julgamento dos dez colegas para ano que vem, expondo os nove votos que faltam a um conta-gotas de um por sessão para esgotar as poucas que faltam para o recesso. Quem não concorda com ele, que, pelo que foi exposto na última votação, quinta-feira, se tornarão seus cúmplices se permitirem que com isso continue mantendo congeladas investigações sobre Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, sua mulher, Roberta Rangel, e a de Gilmar Mendes, Guiomar. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 


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